PL 270/03 será votado na próxima terça-feira
Outubro 28, 2009Nem mesmo as preces a São Judas Tadeu ajudaram na missão de colocar o PL 270/03 na pauta de votações da Câmara dos Deputados desta quarta-feira(29). Mas a pressão dos parlamentares defensores da proposta e dos representantes do setor teve resultado, já que o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, prometeu que a proposta que legaliza os bingos estará na pauta de votações da próxima terça-feira(3). Inclusive, foi sinalizado que o projeto estará na pauta de votações, que será publicada na manhã de terça-feira no site Câmara dos Deputados.
Mobilização
Mais uma vez, haverá necessidade de mobilizar os dirigentes, ex-empresários e ex-empregados para estarem presentes nas galerias do Plenário da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira. O setor terá que continuar vigilante com aquela ‘pressão honesta’ durante a votação.
Cuidado com os voos
Os interessados em viajar para Brasília deverão agendar com antecedência seus voos, pois na segunda-feira(2) é feriado de ‘Dia de Finados’ e haverá grande concorrência para viajar.
Fonte: BNL
Depois da aprovação na Câmara dos Deputados
Outubro 28, 2009Caso o PL 270/03 seja aprovado pelo Plenário da Câmara (pensamento positivo que será), o projeto de lei será encaminhado para a casa revisora, que é o Senado Federal.
Provavelmente, a Mesa Diretora da Casa deverá designar que o projeto de lei seja apreciado pelas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE). A única certeza é que a proposta também terá que ser apreciada e aprovada pelo Plenário do Senado. Regimentalmente, se um projeto submetido ao Plenário da Câmara também deverá ser apreciado pelo Senado.
Depois de aprovado pelo Senado Federal, a proposta seria encaminhada a sanção do presidente Lula e para a edição do decreto regulamentador. Ou seja, a regulamentação do projeto de lei são as regras para operação dos bingos e videobingos.
Fonte: BNL
Rodada de Bingo com R$ 2.000 em prêmios e cartelas a R$ 1,00
Outubro 27, 2009Bingo Online:rodadas de R$ 2.000 e R$ 3.000 em prêmios garantidos!
Outubro 21, 2009Na noite desta quarta-feira, 21/10, o betboo Bingo apresenta uma nova rodada na Sala de Bingo: a RODADA IMPERATRIZ.
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Quinta-feira, 22/10: Das 6h às 7h
Sexta-feira, 23/10: Das 14h às 15h
Sábado, 24/10: Das 21h às 22h
Domingo, 25/10: Das 9h às 10h.
Deputado Eduardo Sciarra: Bingos, sou contra
Outubro 20, 2009Como tem sido amplamente divulgado pelos jornais, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que libera os jogos de bingo, videobingos e videojogos no País. Agora, a proposta segue para votação em plenário e, por isso, sinto-me na obrigação, como deputado federal, de posicionar-me sobre um assunto tão importante para a sociedade brasileira.
De imediato gostaria de esclarecer que sou contra a legalização dos jogos de azar, categoria na qual se inserem o bingo, o videobingo e os videojogos. Na minha percepção ainda ressoam sobre esse assunto aquilo que foi levantado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos em 2005, que levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a publicar a Medida Provisória (MP) n.º 168 de 2004, que suspendeu a licença e os alvarás de funcionamento das casas de jogos.
Apenas lembrando, os bingos foram liberados pela Lei 8.672/93, conhecida como a “Lei Zico”, que pretendia arrecadar fundos para o incentivo ao esporte. Mas, ao final do período em que funcionaram os bingos, o saldo foi pouco positivo. As confederações esportivas estavam endividadas, as denúncias de corrupção proliferaram e as acusações que vinculavam os bingos às atividades ilícitas, incluindo aí a sonegação fiscal resultaram na CPI e na Medida Provisória.
Se alguma coisa mudou de lá para cá é a situação do esporte nacional, que hoje conta com um aporte significativo de investimento do dinheiro público através de leis de incentivo fiscal que beneficiam diversas empresas. O esporte nacional não se encontra mais na mesma situação de precariedade.
Sem dúvida nenhuma, os advogados dos bingos e afins encontrarão rapidamente tantas áreas carentes deste nosso País que merecem receber as verbas coletadas pela União através dos impostos e royalties recolhidos pelos jogos de azar… Mas, não apenas exageram na soma, como se fôssemos parvos prontos a acreditar na “história da carochinha”, como ignoram a típica sonegação fiscal já comprovada quando funcionavam as ditas casas. E, além disso, esta soma que o governo receberá, na verdade, já existe em outra forma, pois o dinheiro que será gasto pela população nas casas de bingo será apenas desviado de outras atividades econômicas. Vale lembrar, os jogos não geram riqueza, apenas recolhem o dinheiro alheio. Para cada um que ganha, quantos perdem?
Em segundo lugar, me espanta o número de empregos que esse segmento promete criar. Uns falam em 250 mil empregos, outros em 300 mil. Surpreende, pois, a indústria automobilística – que é a que mais postos de trabalho mantém no Brasil – emprega, contando-se as montadoras de veículos (carros, tratores e caminhões) aproximadamente 127 mil pessoas, e a de autopeças mais cerca de 195 mil. Somando as duas indústrias temos pouco mais do que as casas de bingo sustentam que irão empregar.
O terceiro ponto que me preocupa é a evidente e comprovada ligação entre lavagem de dinheiro, crime organizado e jogos de azar. Não vejo nenhuma razão para criar territórios mais amplos e arejados para essas práticas. Pelo contrário. Acredito que precisamos apertar o cerco ao crime organizado, ao narcotráfico e aos sonegadores fiscais. Ao invés disso, caminhamos na direção oposta, disponibilizando território livre para a lavagem de dinheiro.
Isso sem contar a ideia do cadastro dos ludopatas – viciados em jogo – que os impediria de entrar nas casas de bingo. Este não é um tema secundário, pois como provam estudos científicos, o cérebro de um ludopata reage da mesma maneira que o cérebro de um usuário de drogas pesadas como a cocaína. Não é a toa que existem grupos de autoajuda semelhantes aos alcoólicos anônimos para tratar essas pessoas. Nesse ponto, me parece ingenuidade demais acreditar que os gerentes das casas de bingo empreenderiam a devida fiscalização dos jogadores para que os mesmos não fossem vítimas de seus hábitos, protegendo-os de seu lucrativo negócio.
Tantos impostos, tantos empregos, tantos benefícios à população, ao esporte, à cultura, à saúde. Surpreende a força argumentativa com que surge o lobby dos jogos de azar. Certamente existem grandes interessados na legalização dessas atividades, que não poupam esforços nem investimentos para levar à sociedade uma prática que já foi banida da esfera da legalidade, justamente por ter se mostrado perniciosa e nociva ao tecido social em análises anteriores. Ressuscitar as casas de jogos após essa prática ter sido proibida em tempo tão recente me parece um retrocesso perigoso e desnecessário.
Eduardo Sciarra (DEM-PR) é deputado federal.
Fonte: Paraná Online
O Globo:“O bingo hoje não é mais um jogo ingênuo”
Outubro 19, 2009Apesar do O Globo ter destacado em sua edição dominical os aspectos negativos da entrevista sob o título ‘O bingo hoje não é mais um jogo ingênuo’ com a presidente do Gemini Research, Rachel A. Volberg, o conteúdo da reportagem pode ser considerada positiva para a legalização dos bingos.
Quando perguntada sobre o que é preciso fazer, a socióloga destacou que “Investir na regulamentação, que proteja o apostador e as empresas com regras claras de contabilidade e transparência. É preciso aparelhar quem vai fiscalizar, policiais ou agentes que acompanhem atentamente os mercados, as máquinas e os faturamentos. Isso precisa de recursos, caso contrário o jogo ilegal continuará, como bebidas e cigarros falsificados”.
Outro momento positivo da reportagem é quando a socióloga é perguntada se a legalização implica também em prevenção. “Com certeza. A legalização precisa ser acompanhada de três ações do poder público. O primeiro deles é a regulamentação e a fiscalização, para proteger os jogadores e o mercado. A segunda é dar à rede pública de saúde condições de tratar pessoas com distúrbios em relação ao jogo. Se os jogadores compulsivos são os mais pobres, precisam de tratamento a preços acessíveis, que só o Estado pode oferecer”.
Ou seja, é exatamente isto que os dirigentes da ABRABIN e ABLE, empresários, ex-empregados e a mídia especializada defendem para a legalização dos jogos de azar no Brasil.
Surpresa
A surpresa da reportagem foi o fato do O Globo – ‘paranoicamente’ contrário a legalização dos bingos –, ter veiculado entrevista de uma personagem representativa e de credibilidade, como Rachel A. Volberg, presidente da Gemini Research, com opiniões favoráveis a legalização destas atividades para facilitar o controle.
Em tempo
O Gemini Research é uma das únicas organizações com reconhecimento internacional, especializada em gestão e elaboração de relatórios sobre estudos de jogos de azar e de problemas com apostas.
Fonte: BNL
Bingo online: super promoções, bônus e cartelas a R$ 0,25!
Outubro 15, 2009Você não vai querer perder a agitação do Chat da Sala de Bingo Betboo neste final de semana!
Das 00hs do sábado até 23:55hs de domingo, todos vão se reunir para acompanhar as promoções de depósito relâmpago, brincadeiras premiadas e rodadas onde se pode levar até 50% a mais sobre o prêmio ganho.
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Rodadas Turbinadas de Bingo, com R$ 800,00 em prêmios e cartelas a R$0,50!
Outubro 7, 2009Nos dias 8 e 9 de outubro a Sala de Bingo Betboo estará a todo vapor com as Rodadas Turbinadas, que distribuirão R$ 800,00 em prêmios. Serão 3 horários diferentes, às 17h, 21h e 0h e cartelas por apenas R$ 0,50.
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Domingo: das 17h às 18h
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Estudo mostra que vai faltar espaço para bingos em Curitiba
Setembro 28, 2009Curitiba poderá ter até 13 casas de jogos de azar se entrar em vigor no Brasil a lei que legaliza os bingos, videobingos e videoloterias, mas os empresários do setor reclamam que vai faltar espaço para montar seus negócios. O projeto permite um estabelecimento para cada 150 mil habitantes, mas o problema será onde colocar essas casas. O projeto que legaliza o jogo no país, aprovado quarta-feira pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, proíbe bingos num raio de 500 metros de distância de escolas e templos religiosos, o que está sendo considerado um entrave pelos interessados em explorar o jogo.
No trajeto entre o Parque Barigui até o Jardim Botânico, por exemplo, cortando os bairros Campina do Siqueira, Bigorrilho, Batel, Centro, Água Verde, Rebouças e Jardim Botânico, nenhuma casa de bingo poderia ser aberta. É que o que revelou um estudo feito pelo deputado estadual Fabio Camargo (PTB), presidente da comissão especial da Assembleia Legislativa que vai acompanhar a tramitação do projeto de legalização dos bingos no Congresso Federal.
O deputado, autor da lei municipal que liberou os bingos na capital em 2003, fez o estudo antes mesmo da lei entrar em vigor. Ele foi buscar dados oficiais na Secretaria Municipal de Urbanismo para mapear a cidade e identificar as áreas onde poderiam ser instaladas as casas de jogos.
A análise do mapa ainda está sendo feita, mas a conclusão do deputado até agora é que, da forma como está o projeto, sobram “pouquíssimos” pontos nobres na cidade.
O estudo foi apresentado por Camargo em Brasília, na semana passada, aos relatores do projeto na Câmara Federal. Ele cobrou mudanças no texto, como a diminuição – de 500 para 100 metros – da distância mínima dos bingos de escolas e templos religiosos e defendeu que a regra só seja aplicada a igrejas de grande porte e escolas de segundo grau. Medidas que poderiam facilitar a abertura dos estabelecimentos.
Amanhã, o deputado volta à Brasília para tentar uma audiência com a direção da Caixa Econômica Federal. “Quero entender de onde vão partir as autorizações para o funcionamento das casas e quais os pré-requisitos para ser dono de bingo. Tenho certeza absoluta de que o projeto vai passar no Congresso e quero esmiuçar a futura lei para o Paraná sair na frente na parte administrativa”, disse.
Gente séria
Para Fabio Camargo, com a fiscalização prevista no projeto – cada estabelecimento terá 2 fiscais da Receita Federal – e com as exigências para ser dono de casa de bingo, não vai ter espaço para “mal-intencionados” no ramo.
O empresário terá de comprovar idoneidade moral, não pode estar em débito com o FGTS, INSS, Receita Estadual, Federal e Municipal nem ter sido condenado em ação cívil. “Só vai ter gente séria no mercado”, prevê.
Outra vantagem da legalização, apontada pelo parlamentar, seria o aumento da arrecadação de impostos e da geração de empregos. “Dizem que o jogo vicia, mas o viciado está jogando nas casas clandestinas que funcionam por aí. A diferença é que com a legalização parte do dinheiro vai voltar para ele em forma de saúde e educação”, declarou. Sobre as acusações de suposta lavagem de dinheiro feita pelo setor, Camargo discorda: “Se um posto de gasolina lava dinheiro, não é por isso que se deve fechar todos.”
O deputado acha um “retrocesso” o Brasil não seguir o exemplo do restante do mundo. “O jogo distribui renda e traz muito benefício à sociedade. Em todos os locais onde havia dificuldade financeira trouxe prosperidade”, afirmou.
O projeto ainda não tem data para ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Além do lobby de empresários do setor, a Força Sindical está mobilizada pela aprovação da proposta. A central de trabalhadores calcula que os bingos podem criar 250 mil novos empregos no país. Em Curitiba, a previsão é de 1.300 empregos diretos.
Fonte: Gazeta do Povo

Escrito por Leandro
Escrito por Carla
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